The Silent Revolution (2018) & One Child Nation (2019)


Ambos os filmes trazem exemplos do horror totalitário do regime comunista, onde o indivíduo existe apenas para servir ao Estado.

A atitude dos alunos em The Silent Revolution contrasta com nossos estudantes atuais. Os primeiros ainda guardavam um sentido humano universal por cima da ideologia, ao passo que hoje em dia vemos a maioria incapaz de apreender a realidade, sendo facilmente tragados pela doutrinação e usados como gado na conquista de poder pelos ideólogos esquerdistas e globalistas. A diferença de inteligência e coragem entre os dois grupos é desanimadora quanto ao futuro da presente sociedade. Filme Nota 3 (escala de 1 a 5)

One Child Nation apresenta a total submissão do indivíduo ao coletivo ou de um povo ao Estado. Assassinatos de bebês, comércio de crianças, esterilização forçada e perseguição política de quem quisesse mais de um filho varreu o país por 35 anos. Propaganda, medo de perseguição e falta de coragem de reconhecer o próprio erro levam os chineses até hoje a considerar a política de one-child como válida, a ponto de relacionar as atuais melhores condições de vida a tal política, desconsiderando a real razão que foi o abandono das teorias marxistas na economia.


Chocante também ver a documentarista equiparar o horror desta política com as restrições ao aborto no Ocidente baixo o slogan de “meu corpo, minhas regras” – numa clara demonstração de que ela também sofreu uma lavagem cerebral com a propaganda feminista e abortiva nos EUA. Novamente trazendo desesperança quanto ao nosso futuro. Filme Nota 3 (escala de 1 a 5)

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