Saga Terminator (1984-2019)


Terminator de 1984 é um daqueles filmes despretensiosos que conseguem entreter, surpreende na bilheteria, e que os produtores decidem explorar com uma infinidade de continuações que acabam destruindo a essência do primeiro filme. Até que na primeira sequência, Terminator 2: Judgment Day (1991), conseguiram entregar um filme descente melhorando os efeitos especiais, adicionando toques de humor e o elemento surpresa do exterminador bonzinho.


Mas daí por diante foi uma sucessão de filmes cada vez piores: Terminator 3: Rise of the Machines (2003), Terminator Salvation (2009) e Terminator Genisys (2015) fizeram tantas idas e voltas no tempo e na narrativa que nada mais ficou de pé.


A última sequência Terminator: Dark Fate atingiu o fundo do poço. Rompe uma vez mais com a narrativa passada para entregar mais do mesmo, mas sem divertir em nenhum momento. E como não poderia deixar de ser embarcam na reengenharia social invertendo papeis sexuais, coroando com a ridícula fala “você não é a mãe do homem que salvará o futuro... você é o futuro”. Para a atual indústria de entretenimento (a serviço das ideologias reformistas da humanidade) uma atriz no papel de uma “mulher forte” precisa fazer cara de constipada, falar palavrão, bancar a durona e andar com as pernas abertas. No começo era até engraçado, de tão ridículo, mas a piada já cansou faz tempo.

Terminator I e II (1984 e 1991): Filme Nota 3 (escala de 1 a 5)

Demais sequências de 2003 a 2015: Filmes Nota 2 (escala de 1 a 5)

Terminator: Dark Fate (2019): Filme Nota 1 (escala de 1 a 5)

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