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Jeremy Saulnier (1976- )



Com os thrillersBlue Ruin (2013) e Green Room (2015), nos quais também foi responsável pelo roteiro, o diretor Saulnier demonstrou potencial para ser um herdeiro de John Carpenter.


Pena não ter conseguido evoluir, fracassando em Hold the Dark (2018), seu primeiro desafio com um orçamento mais robusto.


Até o presente dirigiu somente quatro longas-metragens, sendo que apenas Green Room (2015) merece ser visto.

MurderParty (2007): Longa de estreia do diretor (também produziu, escreveu o roteiro, selecionou o elenco e operou a câmera). Paródia dos filmes de terror e, principalmente, ácida crítica à arte moderna.

BlueRuin (2013): História sobre as consequências inesperadas da vingança. A direção tem qualidades, pena que o roteiro deixe algo a desejar.

GreenRoom (2015): Enredo simples mas bem executado. Prende a atenção (apesar da irreal porta impenetrável).

Hold the Dark (2018): Baseado em romance de William Giraldi. Incesto, panteísmo e ocultismo levam a violência e morte. Tudo muito mal explicado. Infeliz escolha de ator para representar o caçador de lobos – arte e ideologia não combinam.

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