Bicentennial Man (1999)



A piegas história do robô que quer ser reconhecido com humano projeta uma visão de mundo tenebrosa, onde no futuro as maiores aspirações humanas seriam de natureza puramente hedonista.

A jornada de transformação do robô Andrew culmina com a possibilidade de desfrutar do paladar e, principalmente, praticar sexo (infértil, naturalmente) – tudo sob a regência de um governo mundial. Uma visão dos infernos.

O que poderia parece uma tentativa de redenção ao final, isto é, a naturalidade da morte e a reunião das almas no pós-vida, acaba soando mais como apologia da eutanásia e uma última gota de pieguice para encerrar o filme.


Filme Nota 2 (escala de 1 a 5)