“Você sabe qual a diferença entre um médico e um jornalista?“



Um ex-colega de trabalho, então Diretor de Recursos Humanos na Globo, contou-me que a piada preferida nas redações era a seguinte:

“Você sabe qual a diferença entre um médico e um jornalista?“

“Não, qual é?”

“O médico pensa que é deus... o jornalista sabe que é deus.”


Não é surpresa. Egressos das nossas péssimas faculdades de jornalismo, com o cérebro danificado pelo desconstrucionismo, e doutrinados pela mentalidade esquerdista em “controlar a narrativa”, os jornalistas acreditam comandar seus leitores como gado, criando sentimentos e moldando comportamentos através da manipulação das notícias. E de fato, a mídia, assim como o sistema de ensino e a indústria de entretenimento, é poderoso instrumento de reengenharia social.


Porém a internet abriu espaço para vozes diferentes, quebrando a hegemonia dos tradicionais veículos de comunicação, diminuindo-lhes a audiência ou circulação, e enfraquecendo seu poder em convencer as pessoas com suas falsas narrativas. Ao invés de responder a este novo ambiente competitivo aproximando-se dos anseios do público e melhorando a qualidade de sua informação, a grande mídia preferiu tornar-se ainda mais agressiva na tomada de posições ideológicas, distorcendo ainda mais os fatos ou simplesmente mentindo, fazendo com que telespectadores, ouvintes e leitores afastassem-se ainda mais.


O ódio que a mídia destila contra Bolsonaro (ou Trump nos EUA) vai além das diferenças ideológicas e do corte de verbas destinadas aos veículos de comunicação. Ele é também fruto do ressentimento por esta perda de poder daqueles que estupidamente se acreditavam deuses. Um rancor que nutrem igualmente contra a maioria do povo que escapou do cabresto que se regozijavam em impor-lhe.