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Psychiatry: The Science of Lies de Thomas Szasz


"It takes an iconoclast with temerity and acumen to illuminate how unexamined myths and metaphors insidiously determine prevailing norms -- norms considered unassailable and sacrosanct by the prevailing medical/legal system. For decades, Thomas Szasz has publicly challenged the excesses that obscure reason. The Medicalization of Everyday Life offers a no-nonsense perspective on prevailing dogma. It is only through clear vision that intelligent choices can be made. Required reading for all professionals in health care fields, and all those who are subject to their unwitting prejudices." – Jeffrey K. Zeig, Ph.D., Director, The Milton Erickson Foundation


Afirma que a esmagadora maioria das doenças ditas mentais não são doenças, mas sim questões e desvios morais, anímicos. Partindo de meros sintomas o psiquiatra/psicólogo faz uma análise subjetiva, produz um diagnóstico e define o tratamento – não há nenhuma evidência física/concreta no organismo do paciente – o psiquiatra/psicólogo tem todo o poder.

É como se a ‘mente’ não pertencesse ao ‘paciente’ e o ‘médico’ soubesse mais sobre o paciente do que ele mesmo.

Freud criou (popularizou) a doença para vender a cura. Do desconhecimento veio o diagnóstico de histeria por Charcot e depois descambou para as doenças mentais que se multiplicam a cada ano. Hoje qualquer desvio de conduta é classificado como doença mental. Ganha com isso a classe médica e a indústria farmacêutica.

Assim o Estado pode perseguir inimigos e favorecer grupos de indivíduos (e.g. gays) conforme suas necessidades ideológicas.

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