Psychiatry: The Science of Lies de Thomas Szasz


Afirma que a esmagadora maioria das doenças ditas mentais não são doenças, mas sim questões e desvios morais, anímicos. Partindo de meros sintomas o psiquiatra/psicólogo faz uma análise subjetiva, produz um diagnóstico e define o tratamento – não há nenhuma evidência física/concreta no organismo do paciente – o psiquiatra/psicólogo tem todo o poder.

É como se a ‘mente’ não pertencesse ao ‘paciente’ e o ‘médico’ soubesse mais sobre o paciente do que ele mesmo.

Freud criou (popularizou) a doença para vender a cura. Do desconhecimento veio o diagnóstico de histeria por Charcot e depois descambou para as doenças mentais que se multiplicam a cada ano. Hoje qualquer desvio de conduta é classificado como doença mental. Ganha com isso a classe médica e a indústria farmacêutica.

Assim o Estado pode perseguir inimigos e favorecer grupos de indivíduos (e.g. gays) conforme suas necessidades ideológicas.